quarta-feira, 20 de julho de 2005

"desperada"

o sabor da vida pelos dedos sabe bem. no momento, a caracterização do sofrimento é tanto menor quanto maior o prazer de viver e vontade de amar. o amor, esse passa despercebido, a não ser que a morte o leve para longe e a paixão socorra o fácil prazer de mostrar ao outro o seguimento de um coração, que se prolonga no nosso próprio interior, nos consome aos infimos pormenores, nos perde em detalhes superficiais. vive, aproveita, ama, a ti, ao próprio amor, a alguém, corresponda ou não, que suporte as circunstâncias da solidão

1 comentário:

Rita Bação disse...

ai ai o amor...já n há amor...ja nem vale a pena termos amor...a n ser por nós proprios lol
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