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sábado, 6 de junho de 2009

I would really like you to stop playing that game...
It's making me lose my patience...

sábado, 10 de maio de 2008

A vida

às vezes pensamos que tudo o que temos é certo. a verdade é que se estamos dependentes unica e exclusivamente de nós próprios, sim, essa é a realidade. apesar de tudo na vida ser incerto tenho a certeza que nunca sei o que sinto. às vezes triste, às vezes alegre, mas nunca satisfeita com o vazio. passo os dias a perguntar a mim mesma o que será isso que são os sentimentos, já que nunca percebi muito bem os meus. já me perguntaram isso, profissionalmente até, mas não soube responder. gostava de aprender. um pouco mais sobre mim, sobre o que sinto e o que posso partilhar com os outros.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

envy...

would you please share some knowledge with me?
i know you won't! you're so afraid to lose something in the way...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

a outra margem, de luís filipe rocha


Quando o Carlos me perguntou se queria ir ao cinema no dia 7 (?!) eu pensei, bem... pode ser. Então e qual é o filme? Ah é o "A outra margem", um filme sobre uma traveca que vai pra santa terrinha e lá encontra um sobrinho (eu acho que ele disse primo) com trissomia 21 e pronto... Ah tá bem. Mal sabia eu que era um filme português. Ainda cheguei a saber antes de comprarmos os bilhetes, e apesar de hesitante achei por bem dar o benefício da dúvida e assim como assim aproveitar o desconto de estudante (sim, eu ainda estudo... estudarei eternamente!). Fora de tretas e de histórias da carochinha, o filme começou e ainda 20 minutos depois estava a mandar sms's e a a achar "que bela merda... onde eu me vim meter". Foi a choradeira, por causa do amor perdido, foi o arder do caixão que podia ter sido um bocadinho mais rápido, foi todo aquele começo que me irritou e me deu vontade de saltar para o ecrã e bater em tudo quanto se mexesse (SIM, porque o sr. em vez de lavar os dentes porque cheiravam mal, chorava para a escova de dentes do falecido... OH MEU DEUS, pensava eu)! Mas depois ele foi lá para onde quer que seja de onde um dia se tinha vindo embora após abandonar uma noiva no altar. E aí começa a história (sim, porque ou eu sou muito insensível e achei esta treta deste sofrimento dele toda uma palhaçada [e não me digam que era por ser bixa, porque é sinal que não me conhecem] e muito filme desperdiçado). Foi o (re)encontro com o sobrinho, com a "ex-noiva", com o pai (ou não, porque essa parte também não percebi), com as vivências do passado. E a história é bonita porque são boas interpretações por parte de alguns personagens (para mim só o "Trissómico" é que merecia um Óscar) e é uma história de reencontro (o encontro, vá) com o melhor da vida de cada um. No fundo, o que gostei e merece nota positiva é: a interpretação de Tomás Almeida (o menino deficiente), a banda sonora (pelos vistos é d"Os Corvos"), o facto de ele ter um carocha (dos antigos, claro), a paisagem e a história de amor que nasce entre tio e sobrinho. Fiquei sem perceber a relação do traveca com o pai; a situação da mãe do menino, como é que ficou?; porque é que ele sendo gay "faz o amor" com a "ex-noiva"; porque é que ele se pintou (sim porque foi só a pintura e o penteado) para ir a discoteca com o sobrinho? (e não me digam que era para se "afirmar" na santa terrinha, porque essa "vergonha" que havia nem foi demonstrada no filme, excepto pelo pai); porque é que foram filmar cenas ao HK (da santa terrinha, lá está). Enfim, para mim, acho que ainda aí vem um'"A Outra Margem: here it comes the rest of the movie... finally"!

domingo, 21 de outubro de 2007

diamantes de sangue


Ontem à noite, depois de muito ponderar (ou não), decidi ficar em casa... Já estava sozinha de qualquer maneira e que melhor forma de passar o tempo que a ver um filme?! Além da FoxLife (que é o meu canal preferido dos últimos tempos e que dá séries e que funciona no meu quarto) estar a dar um filme parvo, a TV satélite pareceu dar-me mais funcionalidades. Depois de pesquisar alguns canais (e sem saber muito bem como raio é que aquilo se manipulava) descobri num tal Taquilla que daqui a uns 5minutos ia passar novamente este filme (sim, eles dão sessões continuas de um determinado filme, non stop, parece mesmo uma sala de cinema). Já tinha tido alguma curiosidade e como o Leonardo DiCaprio se tornou crescidinho e jeitosinho (pelo menos a meu ver) era um dos filmes que gostava de ver... Surpreendeu-me... Sabia de ouvido que tinha cenas (muito) violentas (ver crianças com armas na mão [e a matar...] é petrificante...), mas o que mais me intrigou foi a história que ali se viveu. Porque no fundo, o sofrimento das pessoas leva-as a actos de desespero, mas também a actos de rebeldia ou até a actos de amizade. Podem ser várias as conclusões a tirar desta película. No fundo, aborda-se um tema muito "escondido" na nossa sociedade, de que nem todos temos a consciência que se passa, mas que é violento e muito cruel. Sacrificam-se vidas, destroem-se famílias, escravizam-se inocentes por uma pedra maior, valiosa e enriquecedora! Mas acaba por ser um pouco "Enquanto não nos toca a nós, não doi..." e é isso que estes filmes tentam fazer... Tocar um pouco a nós. Mas há gente tão fria neste Mundo. E sempre vai haver. Não basta um filme, porque a ferida está aberta, mas não é a nossa. Enfim...

Gostei...

Recomendo...