sexta-feira, 14 de novembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
Introducing P.O.S.
"A viding às vezes é foding"
O pior é quando não é e se anda com o P.O.S..
Completamente descontrolada!
Tirem-me os pregos já... senão a coisa não vai correr bem!
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Summer TIME!!!
terça-feira, 3 de junho de 2008
(des)Encontros
"E se cuspo para o ar só espero que me caia ao lado"
Já diz o velho dizer...
Mas vou continuar a cuspir para o ar! Desde que seja o meu cuspo, até pode cair outra vez na boca... não tenho nojo!
terça-feira, 20 de maio de 2008
WOW! I feel good!!!!
segunda-feira, 31 de março de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Belchior!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Armadinho deixa-se apanhar pela polémica...
"Por exemplo, o tal Armandinho tocou na festa de virada de ano na Praia de Capão da Canoa, no litoral norte do Rio Grande, induzindo crianças de 5 anos presentes a cantar suas músicas, juntamente com grupinhos de adolescentes tapadas e histéricas que acham isso o máximo. Claro, crianças não vêem a maldade da música, mas já vão ficando acostumadas a celebrar esse tipo de coisa."
"O caso do cantor Armandinho é um exemplo grave de como a RBS busca o dinheiro acima de tudo. Gerando polêmica, gera-se atenção e, assim, vendas. Ou será que a direção da empresa não tem conhecimento dos empreendimentos e lançamentos pelos quais é responsável? Garanto que se Armandinho não fosse contratado da Rede Brasil Sul já teria sido limado do mercado."
Como podemos ler nestes parágrafos, parece que o tal cantor (ai que ódio que ele traz a estas pessoas) incentiva tudo e mais alguma coisa! Pena é que não tenha vindo na adolescência dos que redigiram o texto... podia ser que tivessem relaxado um bocado a (má-)língua!!
Eu cá não fumo, nunca fumei ganza (ou maconha) lá como lhe chamam, mas também quero experimentar. No entanto, apesar de ouvir a música do Armandinho (todos os dias, leia-se), não são as suas letras que me encorajam a cometer tal acto. Talvez pensarem em formarem crianças menos influenciáveis seja um bom ponto de partida.

