domingo, 28 de agosto de 2005

@night

tava deitada sem ponta de sono. peguei nao numa folha, mas no tlm, fui até às notas e comecei a teclar. para nao variar o assunto é o mesmo de sempre, se bem que visto de uma outra perspectiva. como pode alguem que se sente só dizer que doi, se nunca experimentou a felicidade de se sentir feliz? teorias destas só mesmo às 3 da manhã. mas depois ponho-me a pensar seriamente e axo q não é assim tao disparatado. basta olhar pra mim. por mais que digam: "pensa na familia e nos amigos", "isso do amor nao existe", "há-de xegar a tua hora", eu axo estranho. nao posso deixar de pensar de qm sera o problema. nao me apetece apontar o dedo a outros, as alternativas restantes sao: o meio ambiente ou eu. mas sinceramente, sao tantas as pessoas que habitam nesta Terra, q duvido q a problematica advenha da 1ª hipotese. ja eu... bem eu... devia ser mais impulsiva, viver mais como se fosse o ultimo dia, ser mais eu, menos timida... mas depois penso no "o q é q as pessoas vão pensar" e no "bem, amanha posso ainda por cá andar"... eu sei q n devia, q é um erro fazer isso, mas a minha auto-estima nunca foi muito elevada. por outro lado começo a axar k sou demasiado selectiva, mas tb n me vejo por aí a passar de braço dado com qq um. aí esta... qq um. eu sei q o interior é q conta, mas sejamos razoaveis, se fisicamente a pessoa nao me atrai, nao me parece q va andar so pra dizer q tenho. mas esta dor de axar q sou uma merda rói, destrói, inferniza o meu espírito. e nao me parece q va passar. eu continuo aki deitada, a escrever, a pensar nisso, a krer melhorar mas sem saber como. pode ser q um dia passe. se bem q Tia Sara nc me soou mt mal...

quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Doninha \o/



tinha

de

por

aki

DONINHAS!!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2005

hipóteses (do amor?!)

das duas, uma...
ou as pessoas são muito cegas, ou então não querem ver o que têm a frente dos olhos. há desilusões e desilusões.
razões por lutar um pouco mais ou pura estupidez.
há necessidade de amar, ou necessidade de dar cabeçadas na parede...
das duas, três...

zodíaco

andava a passear pla net e pra variar fui ter ao msnspace do meu amigo karim... la encontrei isto (a proposito ele tb é Virgem) LOL

os virginianos sao o signo mais solitario do zodiaco e quase sempre sentem que sao incompreendidos pelo mundo e por todos os que os rodeiam.
sao seres complicados e nada faceis de se lidar...
sao honestos, verdadeiros amigos do seu amigo e, sobretudo voluntariosos..
no que toca a traiçao, nao a suportam nem a toleram.. preferem as lutas verdadeiras e frente a frente...
o virgem é sensivel mas nao muito ternurento.. a facilidade do "eu te amo" nao é corrente no virgem.. para isso existir, deve haver uma grande dose de confiança.
costuma sofrer bastante neste campo... as desilusoes fazem-no ser muito prudente.. ele acredita no amor, mas tem medo de voltar a sofrer..
é o signo com maior numero de celibatarios de todo o zodiaco, no entanto quando constituem familia sao bons pais, extremosos, atentos a educaçao e as necessidades dos seus filhos e preocupam-se com os minimos detalhes..

In Dica da Semana (nunca vi um zodiaco tao certo... a serio! nc tinha visto mm...)

piadinha

Li algures:
"A minha noção de queca é brincar com a minha mão direita e a minha noção de bigamia é brincar com as duas mãos..."
Mijei-me a rir ...

quinta-feira, 18 de agosto de 2005

summer days

estou sentada em frente à secretária à espera que caia alguma coisa do céu. quanto muito cairia chuva, mas mesmo numa noite de calor destas, é um acontecimento não impossível, improvável talvez. o quarto está de pantanas e a vontade para me levantar é cada vez menor. decidi que vou apagar da mente acontecimentos recentes entristecedores. para quê andar a matutar nas mesmas coisas vezes e vezes sem fim. resolvi que certas pessoas não merecem o tempo precioso que gasto a pensar nelas. esquecem tão depressa episódios e pessoas das suas vidas que começo a achar que sou maníaca, ou que penso demais. ainda o que ajuda mais a passar o tempo são as noitadas. e que bem que têm sabido. acho que o verão nunca passou e soube tão bem.

sexta-feira, 12 de agosto de 2005

ABC das mulheres

Não sei se já repararam que todas as 5ª's feiras a TVI passa uma peça de teatro... Pois que ontem foi o "ABC das Mulheres", com Helena Laureano, Lúcia Moniz e Marina Albuquerque. Verdade seja dita, parti o côco a rir com aquilo. Rápida, directa e muito verdadeira, foi uma peça que realmente disse muito sobre o que é ser mulher e o que sentimos por vezes.

"Deve ser do tipo de gajo que caga na saquinha verde"

"Ela (a amante) é tudo menos aquilo que nós queriamos que fosse!"

"Umas mamas do tipo saco de cimento"

"Se não lhe digo nada não é por não saber que dizer"

"- Vai a merda! (diz uma)
- Ai tu é que tens sonhos eróticos comigo e eu é que vou à merda (responde a outra)"

"- Quantas conheces que tenham carta de pesados?
- 1, 2, 3...
- 3?!
- Sim a Ana já se assumiu lésbica há imenso tempo!"

"Tenho medo de ficar sozinha, da solidão"

"- Axas que quecas são sinónimo de felicidade?
- Sinónimo não, mas são um indicativo!"

"- O que é isso de ser feliz?
- Pra mim é gostar de ir pra casa!!!"

terça-feira, 9 de agosto de 2005

pedaço (de imaginação... não realidade)

- Quem é que vem cá ter? - perguntei eu impaciente
- O João, o André, o Tiago, a Paula, o primo e não sei se mais alguém. Mas porquê?
- Isto 'tá um bocado morto, não?
- Yah, mas esperamos que eles venham e se quiserem vamos dar uma volta por aí.
O fumo começava já a fazer-me arder os olhos e a sonolência começava a apoderar-se de mim.
Passados uns 10 minutos reconheci um rosto que cumprimentava o segurança e pensei p’ra mim que o sacrifício estava a acabar. André, Paula, o primo, o Tiago, já a fazer das suas, o João e por enquanto mais ninguém.
- Então, estão há muito tempo à espera? - perguntou a Paula
- Há bem mais de uma hora - responde a Rita com um ar reprovador
- Desculpem lá, apareceram lá uns amigos do meu pai e levava umas cenas p’ra mim, então obrigou-me a abri-las antes de sair.
- É! E nós que esperássemos - lá estava o meu mau feitio a sobressair .
Espanto! Ao ver-lo entrar pela porta, um misto de surpresa e curiosidade tomou o meu corpo. A Rita olhou também para a porta e tentou fechar-me a boca, mas era impossível. Nesse mesmo instante o Tiago dirigiu-se ao dito cujo, e cumprimentou-o, também admirado. Oh não, vem mesmo ter connosco! Que raio! Não estou assim tão apresentável. Não sejas parva, ‘tás muito bem assim. Se gosta, gosta de qualquer maneira. Estúpida! Não gosta nada! Xiu! Vem lá.
Os pensamentos soavam tão alto, que por instantes pensei que todo o pessoal no bar os ouvia.
- Hello! Espero não 'tar a interromper nada. - disse
- Não, nada. Senta-te. Há sempre espaço p’ra mais um - respondeu a Rita a conter a vontade de soltar a gargalhada presa bem ali, à vista de todos
Ao meu lado não, por favor. Merda!
- Oi, tudo bem? - cumprimentei eu
Um beijo nesta bochecha, agora na outra. Bem no canto do lábio. Pica-me. Depois diz que te arrependes.
- Agora estou bem melhor - retorque ele, com aquele olhar
Peço uma, duas, depois mais outra, quatro imperiais. Com a comida que tenho no estômago será impossível não ficar já aqui a dormir. O carro que vá sozinho.
Passados uns 10 minutos já estou quase a chorar a rir ao som das piadas do Tiago e o outro não pára de olhar p’ra mim. Pego na carteira e sem ninguém perceber, tiro uma foto e dou-lha.
- Já me estás a gastar, toma lá isso! - segredo-lhe eu, ironicamente.
Ele dá uma sonora gargalhada e a conversa dos restantes interrompe-se enquanto os olhares se desviam para o pedaço de papel na mão dele. Atrapalhado enfia-o rapidamente no bolso das calças e recomeça a conversa com um tema indefinido.
O Tiago já só se ri da minha cara. E o primo da outra também. Tenho quase a certeza que conseguem ouvir o que penso. Olho p’ra Rita e ela pisca-me o olho. Olho p’ra ele e ele sorri-me descaradamente.
- Temos de conversar - diz-me
- Agora?
- Se não for muito incómodo
Pego-lhe na mão e vou até ao segurança.
- Vamos só ali, podemos voltar à vontade depois?
- Hum... Não se demorem. – responde o bizonte
- Não sei. A conversa parece ser longa, mas se houver algum problema, eu conheço aquele moço ali - aponto pro André
- Ah, sendo assim estão à vontade - pisca o olho
Afasto-me uns metros, encosto-me à parede e espero que seja ele a tomar a primeira medida. Já na outra noite eu é que fiz tudo. Se calhar a outra é que tem razão e eu é que o pressionei demasiado. Espero que a conversa não vá dar a isso.
- Tinha saudades tuas.
Que lata! Há dias sem me falar e ainda tem o descaramento de me dizer tal coisa.
- Tinhas? Então porque é que não me falavas.
- Tu é que não tens dito nada.
Não gosto nada deste jogo da batata quente. Daqui nada mando-a ao chão e acaba-se já a conversa.
- Vai direito ao assunto. Eu já sei de tudo. Escusas de esconder aquilo que já toda a gente, menos eu supostamente, sabe.
- Eu não escondo nada de ninguém. Só não te queria magoar. Só isso.
Pára bestinha! Magoar. Estavas à espera do quê? Milagres? Nem eu queria outra coisa, mas isso já não existe há que séculos. Milagres… Humpf.
- Então diz lá. Que é tão importante que tens p’ra me dizer? – respondo furiosa
- Podes tentar ser um pouco menos arrogante, se faz favor? É um assunto sério.
- Já percebi. Agora desembucha vá. Já estou a ficar nervosa.
- Não precisas – diz, aproximando-se de mim – Eu não vou a lado nenhum – agora mexe-me nos cabelos – Estou bem aqui ao pé de ti – Aproxima-se e cheira o meu pescoço.
- Queres arrepender-te de novo? – Digo, desviando-me – Não achas que já chega? – Pergunto indignada – Ou o amor não é assim tão grande?
Que raiva. Ontem, a semana toda, os dias inteiros, passou sem dizer um ai que fosse. Hoje já vem todo mimoso. Daqui a nada vou ao bar ver quanto é que já bebeu.
- Acabou. Se calhar é melhor assim. Arrependi-me, sim, mas apercebi-me que não era amor. Não mereceu o que fiz, mas sinceramente apetece-me repetir.
- O quê?! – devo tar a ouvir mal. Nah… Isto não me está a acontecer.
- ‘Tás a ouvir bem, sim. Eu…
Nem o deixo acabar.
- Amigo. É assim. Eu esperei esta semana toda que dissesses alguma coisa. Nem ai, nem ui. Agora vens-me com essa conversa de que ah e tal e o camandro. O que é que queres de mim afinal?
- Quero estar contigo. Não posso? É um crime assim tão grande? Pode ter não ter sido nada de especial. Mas que queres que te diga? Que não o sinto? Diz-me que não sentes o mesmo e deixo-te já ir embora.
Não era isto que queria ouvir. Estava a espera de uma resposta mais franca. Mais? Tas bêbeda. Volta pró bar e pede álcool puro.
- Não! Quer dizer, sim! Quer dizer.. não sei
- Então? Em que ficamos?
- É difícil dizer.
Aproxima-se de novo, pega-me na mão e sussurra.
- Eu não te quero obrigar a nada. Só quero saber com o que posso contar.
- Com tudo – respondo envergonhada
- Sério?
Beijo-o. Olho-o nos olhos e respiro fundo.
- Vamos ter com eles
Agarra-me pela cintura e relembro a outra noite. Dá-me uma dentadinha no pescoço e estremeço. Olho p’ra ele de esguelha e beijo-o de novo.
- Tens a certeza do que fazes? – pergunto
- Se não tivesse não ‘tava aqui.
- Mas às vezes pode ser tudo muito rápido. A emoção do momento, sei lá.
- Eu pensei no que queria fazer.
- Eu não.
- Mas não sabes o que queres? Há instantes dizias que sim. Vê lá. Não te quero obrigar a fazer nada que não queiras.
- Não, nada disso. Só não esperava que isto pudesse acontecer. Tinha perdido a esperança. O silêncio às vezes não ajuda.
- Eu tinha que pensar. Desculpa se não disse nada. Também esperei que dissesses algo. Depois achei que tivesses descoberto a verdade e… és amiga da Rita… eu não sabia que fazer.
- Às vezes o mal é pensarmos demais. Eu descobri pela Rita sim, e fiquei pior por isso. Achava que tinhas de dizer alguma coisa. Se calhar não, eu sei. Aquilo foi do momento. Coisas sem pensar.
- Eu também pensava que passava, mas no final acabei por descobrir que… não a podia magoar mais. Não foi só do momento. Desculpa o silêncio.
- Não faz mal. Ainda bem que resolveste isso. Melhor para todos.
Beijou-me de novo. Estou pensativa. Apreensiva até. Mas pela primeira vez correu bem.
Voltamos p’ro bar e ao ver-me entrar pela porta, a outra olha-me logo como se tivesse cometido um crime. Agora o Tiago. Depois o primo da outra. Ai! Agora riem-se.
A vida tem destas coisas… mas não é comigo

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

iludidos

hoje acordei sem saber o que fazer. sobressaltada sinto o cheiro da última noite que cá estiveste. estiveste ao meu lado mais um bocadinho e senti a tua pele sobre a minha, acariciaste-me, saboreaste-me, apaixonaste-me, pus a mão no teu peito e tratei-te bem. sacudiste-me na minha leve sonolência, levaste-me à lua, voltamos e suspendemos o momento durante uma eternidade. somos meros mortais... o eterno não passa de ilusão!

arrependimento

a vida realmente é uma grandessíssma merda. um dia está tudo a correr bem, no minuto seguinte bates com a cabeça na quina da mesa de cabeceira e o sonho acabou; acordas com uma puta duma dor de cabeça e nada na vida faz sentido. tentas ver o lado positivo das coisas, porque se calhar as coisas nem são tão más assim, mas és incapaz de ver beleza neste Inferno que nos vira do avesso.

eu fiz algum mal? as pessoas não pensam? amam assim tanto? consciência, inconsciência? maldade, tristeza? acordam um dia e tudo o que fizeram foi saber arrepender-se! BOLAS, eu também sou humana!!!!

arrependam-se apenas do que não fizeram, não daquilo que (consciente ou inconscientemente) fizeram