quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Editado pela Oficina do Livro, a obra de 160 páginas, que contém fotografias de Adriana Freire, apresenta uma selecção das melhores receitas do programa de televisão homónimo, «Na Roça com os Tachos», produzido pela RTP África.

«São receitas simples, baseadas na gastronomia popular e com um cheirinho a referências culturais, quer de São Tomé e Príncipe, quer de outras antigas colónias portuguesas», informou a editora, que descreve o livro como «Viagem ao mundo exótico da gastronomia popular de São Tomé e Príncipe».

João Carlos Silva nasceu em Angolares, São Tomé, em 1956. Estudou em São Tomé e Príncipe, Angola e Portugal, onde frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra. Exerceu jornalismo, tendo, como artista plástico, iniciado as suas actividades em Lisboa.

Fundou O CIAC e o Espaço Teia d´Arte em São Tomé. Participou em várias exposições colectivas de artes plásticas no arquipélago e no estrangeiro. Dirige o Projecto Integrado de Desenvolvimento da Roça São João e é o coordenador da Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe.

And when i see you
I really see you upside down
But my brain knows better
It picks you up and turns you around
Turns you around, turns you around
If you feel discouraged
That there's a lack of color here
Please don't worry lover
It's really bursting at the seams
Absorbing everything
The spectrum's a to z
This is fact not fiction
For the first time in years
And all the girls in every girlie magazine
Can't make me feel any less alone
I'm reaching for the phone
To call at 7:03 and on your machine
I slur a plea for you to come home
But i know it's too late
I should have given you a reason to stay
Given you a reason to stay
This is fact not fiction
For the first time in years
death cab for cuties
a lack of color

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

de volta... ou entao!

tenho andado ausente... agr k tda a gente (...???...) resolveu ter 1blog eu lembrei-me do meu... não que alguma vez me esqueça (tipo tê-lo como pagina inicial do IE exige imenso da memória!!!), mas pk ja tenho saudades de compartilhar isto com... ninguém!

terça-feira, 1 de novembro de 2005

sensações

a vida deixa de ser compreensiva qd as pessoas pensam saber tudo sobre ela

o amor deixa de existir qd as pessoas se auto-controlam

a amizade aparece qd menos se espera e se desvanece de forma irónica

o calor passou rápido, o inverno chegou depressa

terça-feira, 25 de outubro de 2005

desabafo...


nada de especial.
pensei nos ultimos dias.
cansaço.
insisto, não desisto.
depois lembro conversas.
sorrio.
mensagens, telefonemas, fotos.
rio.

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

o feitiço do amor/amar

se vissemos as pessoas com todos os seus erros, nunca nos apaixonaríamos.
e isso, em nós é impossível.
o amor é inevitável.
mesmo que não queiramos, ele acaba por acontecer.

segunda-feira, 17 de outubro de 2005

andei a semana passada com a garganta completamente inflamada.
um dia acordei e dp de tanta medicação não achei estranho q tivesse passado.
continuo com um "comprimido" entalado na garganta...
os meus pais dizem que é nervos...
ultimamente n me tenho sentido lá mt bem.
vejamos desenrolares...

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

horoscopomania :P

o meu horoscopo de hj é lindo...

Amor: a seta do Cupido vai atingir o seu coração
saude: aprenda a pegar em pesos correctamente
dinheiro: nao se esqueça de que existem prazos para o pagamento das contas

gosto partigularmente da parte do amor... tipo.. do melhor!!!

ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso, in Expresso

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

sábado, 8 de outubro de 2005

uma passagem...

há um ano e pco tp fui fazer uma viagem com um grupo de jovens...
fui um pco a medo, mas gostei...
nunca fui mt religiosa, confesso, mas marcou-me

uma amiga disse-me ... às vezes tens perguntas que não sabes a resposta ... abre a bíblia numa página e lê ...
hj saiu isto:
Eclesiastes
o conhecimento nao resolve - eu, Coélet, fui rei de Israel em Jerusalém. resolvi peskisar e investigar com sabedoria tudo o que acontece debaixo do céu. esta é uma tarefa penosa que Deus entregou aos homens, para com ela ficarem ocupados. entao examinei as coisas que se fazem debaixo do Sol, e xeguei à conclusao de que tudo é fugaz, uma corrida atras do vento: o que é torto nao se pode endireitar; e o que falta nao se consegue contar.
pensei e disse a mim mesmo: «fikei maior e mais sabio do que todos os que reinaram em Jerusalém antes de mim e a minha mente adquiriu muita sabedoria e ciencia!» decidi entao conhecer a sabedoria e a ciencia, assim como a tolice e a loucura. e compreendi que tambem isso é correr atras do vento, porque, onde há mta sabedoria, há tambem muita tristeza, e onde há mais conhecimento, ha tambem mais sofrimento.