quarta-feira, 15 de março de 2006

keep on surfin'... i'll keep watchin'

Who's to say
What's impossible
Well they forgot
This world keeps spinning
And with each new day
I can feel a change in everything
And as the surface breaks reflections fade
But in some ways they remain the same
And as my mind begins to spread its wings
There's no stopping curiosity
I want to turn the whole thing upside down
I'll find the things they say just can't be found
I'll share this love I find with everyone
We'll sing and dance to Mother Nature's songs
I don't want this feeling to go away
Who's to sayI can't do everything
Well I can try
And as I roll along I begin to find
Things aren't always just what they seem
I want to turn the whole thing upside down
I'll find the things they say just can't be found
I'll share this love I find with everyone
We'll sing and dance to Mother Nature's songs
This world keeps spinning and there's no time to waste
Well it all keeps spinning spinning round and round and
Upside down
Who's to say what's impossible and can't be found
I don't want this feeling to go away
Please don't go away
Please don't go away
Please don't go away
Is this how it's supposed to be
Is this how it's supposed to be

sábado, 4 de março de 2006

sorry


I'm worried, broken down
Time is near, I'm to blame
Make my peace, bound to fate

No one has all the answers
What's done is done I confess
Surrender to you

All came down
I'm sorry, I'm sorry
Now time runs out
I'm gladly discouraged

Suddenly time is here
Your wondering, sorry
Hands are tied hold the line
Time won't heal now

All came down
I'm sorry, I'm sorry
Now time runs out
I'm gladly discouraged

Calling out
I'm sorry, my visions impaired
Time runs out
I'm sorry, your sorry

lúcia moniz

terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

e lembra-se de mim da escola...

pensamento do dia, da tarde, da noite

às vezes o nosso cérebro prega-nos partidas, quer seja durante o dia, durante a noite, a qualquer hora em qualquer lugar. pensamos em tudo e mais alguma coisa, nos outros, em nós, no hoje, no amanhã, no mais daqui a bocado. pensamos. de pensar. de sentir. de querer. de não puder.
hoje pensei. como já há muito não pensava. como não gosto de reviver. como não quero sofrer. como não quero pensar.
nisso, naquilo, nele, naquele, neles todos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

i know, elisa

Tell me about the place you’re from
Tell me about the things you’ve done
Tell me what you really need
Tell me what just makes you bleed
Cause’ sometimes I can’t be myself
I can’t Feel inside what people say
So I just close my ears, my eyes and I feel like shutting my mouth
But I saw you were in need of help
That is when my heart just melts
When I see sorrow in your eyes
There’s nowhere you can hide the lies
I know why you’re trapped,
what makes you feel like that
How you just lost your path
and each fear that makes you act
I know why you’re trapped,
what makes you feel like that
How you just lost your path
and each fear that holds you back
Oh I know how we need to change
How strange it feels to rearrange
What makes you want to just move on
Is why you should be already gone
But you could try now, with what you got
Yeah you could try now, the way you are
You could try now give it a try just a try...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

voltar atrás... por instantes

no outro dia, estava na cozinha com a minha mãe, num daqueles raros sábados em que me levanto a horas de ajudar no almoço, e qual não é o meu espanto quando oiço uma música que não escutava há anos. Elba Ramalho, com o seu grande êxito "de volta pro aconchego". é daquelas músicas que me dá uma vontade imensa de ouvir, chorar, tornar a ouvir, adormecer ao seu som, relaxar, tomar banho, ouvir mais uma vez e ouvir o dia todo sem fim. prende-me durante horas, apesar de eu não perceber bem o efeito que tem em mim. devo estar a ficar velha... e a relembrar a minha infância.
faz-me bem pensar na vida.

bye

se não me aprecias nem sequer me amas, abre a porta e diz bye bye
leva as tuas coisas isso não me importa
e não vou olhar pra trás
diz-me o que pretendes eu quero saber

vem falar comigo p'ra eu perceber
eu queria tanto que corresse bem
mas assim como está não dá p'ra aguentar
eu prometi que não iria falhar

fosse por que fosse não te abandonar
mas tinhas de fazer a tua parte também
seres só meu e de mais ninguém
sinto que algo está diferente

mas nao sei o que
a forma como olhas faz-me duvidar
se está tudo bem, se tens mais alguém
e quando te pergunto finges não perceber
não te peço muito mas

eu não te peço nada demais
só quero ser todo o teu amor
e se quiseres ficar não seja por favor
sei que vou sofrer e vou sentir saudades tuas

mas prefiro assim
não vou fingir que está tudo bem
se não me amas diz agora
ficamos por aqui
se não me tratas como eu mereço

abre a porta e diz bye bye baby

domingo, 12 de fevereiro de 2006

House, MD

Falaram-me no "Dr.House". Não achei que fosse nada de especial. Afinal de contas é só mais uma série, daquelas iguais às milhentas como o "24", "Cops" ou até mesmo o (interessantíssimo) "The O.C." (que por acaso acontece que eu adoro!). Daquelas que passam na FOX, vocês sabem!
No fim de contas trata do dia-a-dia de um médico, de uma idade provavelmente rondando os 40 anos, cuja especialidade são as doenças. Sim, as doenças. Não os doentes, o seu nome, se são velhos, novos, rapaz ou rapariga (etc.), a menos que isso influencie directamente a sua doença. Ele e 3 outros médicos (uma mulher e dois homens), trabalham diariamente no departamento de diagnóstico de uma clinica privada. Ao longo dos episódios, mais da história dos personagens se vai deslindando, já que a interacção com um médico que não confia em ninguém, principalmente nos seus doentes, dificulta o dia-a-dia da restante equipa clínica.
O charmoso actor e o restante elenco fazem desta série uma das melhores a que já assisti.
Aconselho!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

leva-me pra casa, Lúcia Moniz

estou em mim, como saudade que deserta
dei meia volta ao mundo em parte incerta
não sei como cheguei...
aqui quis ser tudo

estou mais só do que sozinha
chega mostra-me o caminho
leva-me pra casa

corre, vem depressa o tempo voa
só anda às voltas, dá um nó
não sei como cheguei...
aqui quis ser tudo

estou mais só do que sozinha
chega mostra-me o caminho
leva-me pra casa

o tempo voa
o tempo voa

não sei como cheguei... aqui

quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Editado pela Oficina do Livro, a obra de 160 páginas, que contém fotografias de Adriana Freire, apresenta uma selecção das melhores receitas do programa de televisão homónimo, «Na Roça com os Tachos», produzido pela RTP África.

«São receitas simples, baseadas na gastronomia popular e com um cheirinho a referências culturais, quer de São Tomé e Príncipe, quer de outras antigas colónias portuguesas», informou a editora, que descreve o livro como «Viagem ao mundo exótico da gastronomia popular de São Tomé e Príncipe».

João Carlos Silva nasceu em Angolares, São Tomé, em 1956. Estudou em São Tomé e Príncipe, Angola e Portugal, onde frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra. Exerceu jornalismo, tendo, como artista plástico, iniciado as suas actividades em Lisboa.

Fundou O CIAC e o Espaço Teia d´Arte em São Tomé. Participou em várias exposições colectivas de artes plásticas no arquipélago e no estrangeiro. Dirige o Projecto Integrado de Desenvolvimento da Roça São João e é o coordenador da Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe.