Parece-me que se trata de uma guerra de editoras musicais. Num determinado festival numa terra brasileira que pelo que consta tem muitos adolescentes e prés, ao qual é permitida a entrada a pessoas a partir dos 12 anos, gerou-se uma polémica pelo facto de que o maior patrocinador ser uma marca de cerveja.
No site onde li esta notícia condenam o facto de que tal evento destinado a um público tão jovem não deveria ter como principal patrocínio a tal marca de cerveja. Neste mesmo site, eles referem que é proibída a venda de alcoól a menores de 18 anos e que o promotor do evento deveria ser punido por fazê-lo. Questiono-me se apenas crianças assistiram a esse evento e se só elas fazem lucrar a cerveja! Enfim...
Agora relacionado com o Armandinho, passo a citar:
"Outra cria da RBS (a tal editora) continua por aí infringindo a lei e difundindo o mau exemplo entre jovens e crianças no Sul do Brasil. Trata-se de Armandinho e Banda. Grupo de reggae contratado da Orbeat Music (leia-se braço musical da RBS), que construiu uma carreira inteira com base em músicas que incentivam abertamente o consumo de maconha como se fosse algo correto e aceitável. Versos como "fuma na boa e só de brincadeira", "acender um pra liberar o infinito de nós dois", entre outros tão reprováveis, continuam propagados em praças públicas e shows pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina."
"Por exemplo, o tal Armandinho tocou na festa de virada de ano na Praia de Capão da Canoa, no litoral norte do Rio Grande, induzindo crianças de 5 anos presentes a cantar suas músicas, juntamente com grupinhos de adolescentes tapadas e histéricas que acham isso o máximo. Claro, crianças não vêem a maldade da música, mas já vão ficando acostumadas a celebrar esse tipo de coisa."
"O caso do cantor Armandinho é um exemplo grave de como a RBS busca o dinheiro acima de tudo. Gerando polêmica, gera-se atenção e, assim, vendas. Ou será que a direção da empresa não tem conhecimento dos empreendimentos e lançamentos pelos quais é responsável? Garanto que se Armandinho não fosse contratado da Rede Brasil Sul já teria sido limado do mercado."
Como podemos ler nestes parágrafos, parece que o tal cantor (ai que ódio que ele traz a estas pessoas) incentiva tudo e mais alguma coisa! Pena é que não tenha vindo na adolescência dos que redigiram o texto... podia ser que tivessem relaxado um bocado a (má-)língua!!
Eu cá não fumo, nunca fumei ganza (ou maconha) lá como lhe chamam, mas também quero experimentar. No entanto, apesar de ouvir a música do Armandinho (todos os dias, leia-se), não são as suas letras que me encorajam a cometer tal acto. Talvez pensarem em formarem crianças menos influenciáveis seja um bom ponto de partida.